Resumo
Esta obra se relaciona com o território e o patrimônio cultural porque utiliza elementos cotidianos, como o papel higiênico, para transmitir uma mensagem crítica sobre a relação entre os seres humanos e a natureza na região amazônica. A instalação enfatiza a importância de preservar o território amazônico como patrimônio cultural e natural de valor e adverte sobre a exaustão de seus recursos se não forem utilizados de maneira sustentável. A analogia entre o papel higiênico e a Amazônia convida a refletir sobre a responsabilidade de cuidar e proteger este território, essencial tanto para as comunidades locais quanto para o equilíbrio ecológico do planeta.
Esta instalação artística consiste em uma série de esculturas criadas a partir de rolos de papel higiênico de várias cores, empilhados em forma de torres que evocam uma imagem abstrata de árvores. As cores variadas dos rolos podem simbolizar a diversidade e a riqueza da selva amazônica, enquanto suas formas arbóreas em forma de torre sugerem uma conexão com a natureza e a sua importância. Mas a mensagem crítica radica na analogia de que, de igual forma que o papel higiênico que usamos diariamente - e às vezes desperdiçamos - a Amazônia não é um recurso infinito e sustentável, apesar de sua enorme biodiversidade e recursos naturais.
Citation
Jota Castro. 2009. 'Amazonas aka merdolino'. Desapropriações nas Américas. https://staging.dia.upenn.edu/pt/art/APER050/

