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Art Exhibit 2022

Rivers can exist without waters but not without shores

  • Vidarte, Giuliana

  • Bendayán, Christian

Published: 2022

Víctor Churay, *Mapa de cielo bora* (siglo XX), painting on llanchama. Macera-Carnero Collection in the care of Museo Central. Banco Central de Reserva del Perú.

Víctor Churay, Mapa de cielo bora (siglo XX), painting on llanchama. Macera-Carnero Collection in the care of Museo Central. Banco Central de Reserva del Perú.

Abstract

Location: Museum of Contemporary Art of Lima, in Lima, Peru.

The exhibition Rivers can exist without waters but not without shores evaluates the concepts and fantasies through which the territories of the Amazon have been represented and comprehended, fantasies intrinsically linked to the exploitation of its resources and inhabitants.

Amazonia has historically and continues to suffer through competing ownership claims and assertions of sovereignty. But it always presented as a place apart, alternatively a “land without stable geography and history" or an “insecure land where the Genesis stage has not yet ended”, or a “land without memory”, or the region of “amnesiac forests, without graves and without history.” Such centuries-old stereotypes about the Amazon construct the region as untouched by civilization, precarious and unstable, implicitly supporting extractivist projects of various kinds. Chief among them were the different European expeditions, and especially the work of the rubber tappers in the late 19th and early 20th centuries, which resulted in systemic violence and the wholesale murder of the indigenous population, accompanied by the dispossession of their ancestral territories and the unbridled exploitation of natural resources.

Rivers can exist without waters but not without shores, brings together projects by a diverse group of artists — including creators from the Bora, Huitoto, Shipibo-Konibo, Wampis, Asháninka, Iskonawa and Tikuna peoples — who represent Amazonian spaces and ecosystems to suggest new ways of thinking about and understanding them. Their research recovers plant and animal mythologies, ancestral knowledges, and dissident histories. They also include other voices to narrate events such as the rebellion of Juan Santos Atahualpa, the rubber-tapping genocide, and other defining social conflicts and issues such as the Bagua massacre, migration, displacement, and drug trafficking. They also criticize the indiscriminate exploitation of resources such as oil, underline the violence resulting from illegal mining and logging, and denounce the systematic assassination of environmental defenders and indigenous leaders.

Featured artists include: Andrew Mroczek, Adán Vallecillo, Antonio Wong Rengifo, Adriana Ciudad Witzel, Agustina Valera Rojas, Armando Williams, César Calvo de Araújo, Deysi Ramírez, Dimas Paredes, Diana Riesco-Lind, Enrique Casanto, Elena Valera, Graciela Arias, Gerardo Petsaín Sharup, Harry Chávez, Jota Castro, Josué Sánchez Cerrón, Juana Ubilluz, Juan Javier Salazar, Kay Zevallos, Lastenia Canayo García, Luis Martínez, Luis Sakiray, Lucho Torres Villar, Patricia Rengifo, Marco Garro, Marco Pando, Natalia Revilla, Nancy Dantas, Nurubé Norberto Fernández, Olinda Silvano, Pablo Amaringo, Rember Yahuarcani López, Roldán Pinedo, Sara Flores, Santiago Yahuarcani, Segundo Candiño, Thomas Locke Hobbs, Víctor Churay Roque, Frank Gaudlitz, Walter O. Runcie, Ximena Alarcón, Zoltán Keserű, Antonio Raimondi, Augusto Falconi, Ashuco (José Asunción Araujo), Celia Vasquez Yui, Chonon Bensho, Chonomeni (Robert Rengifo), Eliana Otta Vidoso, Fátima Rodrigo, Francesco Mariotti, Fray Gabriel Sala, Gihan Tubbeh, Huanchaco, Mary Rodriguez, Musuk Nolte, Nancy La Rosa, Sabino Springett, Yando Ríos, Victor Morey Peña, Juan José Barboza-Gubo.

Official website: https://maclima.pe/project/los-rios-pueden-existir-sin-aguas-pero-no-sin-orillas/

Citation

Vidarte, Giuliana, and Christian Bendayán. 2022. 'Rivers can exist without waters but not without shores'. Dispossessions in the Americas. https://staging.dia.upenn.edu/en/content/VidarteG001/

Reading in Spanish

Art Exhibit 2022

Los ríos pueden existir sin aguas por no sin orillas

  • Vidarte, Giuliana

  • Bendayán, Christian

Published: 2022

Víctor Churay, *Mapa de cielo bora* (siglo XX), pintura en llanchama.Colección Macera-Carnero en custodia del Museo Central. Banco Central de Reserva del Perú.

Víctor Churay, Mapa de cielo bora (siglo XX), pintura en llanchama.Colección Macera-Carnero en custodia del Museo Central. Banco Central de Reserva del Perú.

Reading in Portuguese

Art Exhibit 2022

Os rios podem existir sem água, mas não sem margens

  • Vidarte, Giuliana

  • Bendayán, Christian

Published: 2022

Víctor Churay, *Mapa del Cielo Bora* \[Mapa do Céu Bora\], pintura sobre llanchama. Coleção Macera-Carnero aos cuidados do Museu Central. Banco Central de Reserva do Peru.

Víctor Churay, Mapa del Cielo Bora [Mapa do Céu Bora], pintura sobre llanchama. Coleção Macera-Carnero aos cuidados do Museu Central. Banco Central de Reserva do Peru.

Resumo

Local: Museu de Arte Contemporânea de Lima, em Lima, Peru.

A exposição Os rios podem existir sem águas, mas não sem margens avalia os conceitos e fantasias através dos quais os territórios da Amazônia têm sido representados e compreendidos, fantasias intrinsecamente ligadas à exploração de seus recursos e habitantes.

A Amazônia sofreu historicamente e continua sofrendo com disputas por propriedade e reivindicações de soberania. Mas sempre se apresentou como um lugar à parte, alternativamente uma “terra sem geografia e história estáveis” ou uma “terra insegura onde a etapa do Gênesis ainda não terminou”, ou uma “terra sem memória”, ou a região das “florestas amnésicas, sem sepulturas e sem história”. Esses estereótipos seculares sobre a Amazônia constroem a região como intocada pela civilização, precária e instável, apoiando implicitamente projetos extrativistas de vários tipos. Entre eles, destacam-se as diferentes expedições europeias e, especialmente, o trabalho dos seringueiros no final do século XIX e início do século XX, que resultou em violência sistêmica e no assassinato em massa da população indígena, acompanhado pela expropriação de seus territórios ancestrais e pela exploração desenfreada dos recursos naturais.

Rios podem existir sem águas, mas não sem margens reúne projetos de um grupo diversificado de artistas — incluindo criadores dos povos Bora, Huitoto, Shipibo-Konibo, Wampis, Asháninka, Iskonawa e Tikuna — que representam espaços e ecossistemas amazônicos para sugerir novas maneiras de pensar e compreendê-los. Suas pesquisas recuperam mitologias vegetais e animais, conhecimentos ancestrais e histórias dissidentes. Eles também incluem outras vozes para narrar eventos como a rebelião de Juan Santos Atahualpa, o genocídio dos seringueiros e outros conflitos e questões sociais marcantes, como o massacre de Bagua, a migração, o deslocamento e o tráfico de drogas. Eles também criticam a exploração indiscriminada de recursos como o petróleo, destacam a violência resultante da mineração e extração ilegal de madeira e denunciam o assassinato sistemático de defensores do meio ambiente e líderes indígenas.

Artistas participantes incluem: Andrew Mroczek, Adán Vallecillo, Antonio Wong Rengifo, Adriana Ciudad Witzel, Agustina Valera Rojas, Armando Williams, César Calvo de Araújo, Deysi Ramírez, Dimas Paredes, Diana Riesco-Lind, Enrique Casanto, Elena Valera, Graciela Arias, Gerardo Petsaín Sharup, Harry Chávez, Jota Castro, Josué Sánchez Cerrón, Juana Ubilluz, Juan Javier Salazar, Kay Zevallos, Lastenia Canayo García, Luis Martínez, Luis Sakiray, Lucho Torres Villar, Patricia Rengifo, Marco Garro, Marco Pando, Natalia Revilla, Nancy Dantas, Nurubé Norberto Fernández, Olinda Silvano, Pablo Amaringo, Rember Yahuarcani López, Roldán Pinedo, Sara Flores, Santiago Yahuarcani, Segundo Candiño, Thomas Locke Hobbs, Víctor Churay Roque, Frank Gaudlitz, Walter O. Runcie, Ximena Alarcón, Zoltán Keserű, Antonio Raimondi, Augusto Falconi, Ashuco (José Asunción Araujo), Celia Vasquez Yui, Chonon Bensho, Chonomeni (Robert Rengifo), Eliana Otta Vidoso, Fátima Rodrigo, Francesco Mariotti, Fray Gabriel Sala, Gihan Tubbeh, Huanchaco, Mary Rodriguez, Musuk Nolte, Nancy La Rosa, Sabino Springett, Yando Ríos, Victor Morey Peña, Juan José Barboza-Gubo.

Site oficial: https://maclima.pe/project/los-rios-pueden-existir-sin-aguas-pero-no-sin-orillas/

Citation

Vidarte, Giuliana, and Christian Bendayán. 2022. 'Os rios podem existir sem água, mas não sem margens'. Dispossessions in the Americas. https://staging.dia.upenn.edu/pt/content/VidarteG001/

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