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Nos roban las palabras o A Calzón quitado, o Insurrecciones que son heréticas resurrecciones [They steal our words or Barefaced, or Insurrections that are Heretical Resurrections]

  • Galindo, María

Media: Performance

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Abstract

This performance that goes by many names (Nos roban las palabras, A Calzón quitado, or Insurrecciones que son heréticas resurrecciones) relates to the body and cultural heritage by staging the loss and recovery of language as a deeply embodied act. It confronts the audience with the exhaustion of the words and categories through which we make sense of the present, evoking how language itself can be dispossessed. The performance begins with the urgency of not losing speech—the need to speak, to scream, to reclaim voice—and revisits the act of speaking as both a wound and a pleasure. Through the performer’s body, language is not only uttered but broken, strained, and reimagined. The piece moves from the emptiness of hollowed-out meaning toward a search for words rooted not in rational clarity, but in emotional intensity. In this space, the body becomes a vessel of memory, pain, and resistance as a keeper of cultural inheritance when words fail.

“Nos roban las palabras”, although it could also be titled “A calzón quitado”, or “Insurrecciones que son heréticas”, is a performance that confronts the audience with the exhaustion of the languages and categories through which we read the times we live in. It begins by reviving the urgency of not losing the word, the capacity to speak and the need to scream. It revisits the act of speaking as both traumatic and pleasurable. From there, we move into a second moment: an exploration of the hollowing out of meaning from words, and a search for a new conception of them, one where their sense no longer lies in rational meaning, but in their emotional charge. It closes the journey proposed to the audience at the threshold where feelings and new realities reside—realities that still have no way of being named. The performance carries the tone of an epiphanic, urgent, and furious speech; more than a reflection, it takes on the tone of a revelation.

Nos roban las palabras or A Calzón Quitado is a new piece commissioned by the inSURrecciones gathering, to be presented in the gardens of the Museum of Modern Art in Mexico City.

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Reading in Spanish

Artwork

Nos roban las palabras o A Calzón quitado, o Insurrecciones que son heréticas resurrecciones.

  • Galindo, María

Media: Interpretación artística

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Reading in Portuguese

Artwork

Nos roban las palabras o A Calzón quitado, o Insurrecciones que son heréticas resurrecciones. [Roubam-nos palavras ou Sem rodeios ou Insurreições que são heréticas ressurreições]

  • Galindo, María

Media: Interpretação artística

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Resumo

Esta interpretação artística que leva muitos nomes (Nos roban las palabras, A Calzón Quitado, o Insurrecciones que son heréticas resurrecciones) se relaciona com o corpo e o patrimônio cultural ao colocar em cena a perda e a recuperação da linguagem como ato profundamente encarnado. Confronta o público com o esgotamento das palavras e categorias com as que tentamos dar sentido ao presente, evocando como a própria linguagem pode ser objeto de desapropriação. A peça começa com a urgência de não perder a fala – a necessidade de falar, de gritar, de recuperar a voz – e revisita o ato de enunciar como uma ferida e um prazer. Através do corpo do performer, a linguagem não só é pronunciada, mas também se quebra, se tensiona e se reinventa. A peça transita do vazio que deixa o sentido esgotado até a procura de palavras cuja potência não está na clareza racional, mas sim na intensidade emocional. Nesse espaço, o corpo se transforma em um arquivo da memória, da dor e da resistência – um guardião do patrimônio cultural quando as palavras já não são suficientes.

“Nos roban las palabras”, que poderia ter como título “A calzón quitado” ou “Insurrecciones que son heréticas” é uma interpretação artística que confronta o público com o esgotamento das linguagens e das categorias com as que lemos o tempo que vivenciamos. Começa revivendo a urgência de não perder a palavra, a capacidade de falar e a necessidade de gritar. Revê o ato de tomar a palavra como uma experiência tanto traumática como prazerosa. A partir daí, transita em direção ao segundo momento: uma exploração do esvaziamento do sentido das palavras e a procura de uma nova concepção delas, em que o seu sentido já não esteja em seu significado racional, mas sim em sua carga emocional. A peça propõe ao público uma viagem habitada por sentimentos e novas realidades que ainda não têm forma de serem nomeadas. A interpretação artística adota o tom de um discurso epifânico, urgente e raivoso; mais do que uma reflexão, assume o caráter de uma revelação.

Nos roban las palabras ou A Calzón Quitado é uma peça inédita patrocinada pelo encontro inSURrecciones que será apresentada nos jardins do Museu de Arte Moderna da Cidade do México.

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